Mais uma atuação do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) em defesa de uma profissional agredida durante o exercício da profissão somou-se aos inúmeros casos que a categoria tem enfrentado de forma crescente.
Na última semana, uma médica residente foi atacada pela mãe de uma recém-nascida, no alojamento conjunto do Hospital Universitário de Pelotas. O motivo: a recusa da família em aguardar por exame antes da alta.
O episódio de Pelotas acompanha a análise dos números registrados nas ocorrências: médicas mulheres e jovens são a maioria entre os profissionais que passam por casos de agressão física. Também expõe uma realidade: o médico como linha de frente na luta e também no enfrentamento dos problemas do sistema de saúde sobrecarregado.
A médica registrou boletim de ocorrência, o que é de extrema importância para o enfrentamento da subnotificação. E o Sindicato agirá em todas as frentes de auxílio jurídico para a proteção dos profissionais, defendendo segurança para quem, todos os dias, trabalha com o objetivo de salvar vidas.
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