Simers intensifica ações por segurança após agressão a médico em Novo Hamburgo
Defesa

Simers intensifica ações por segurança após agressão a médico em Novo Hamburgo

Entidade se reúne com autoridades municipais para reforçar proteção nas unidades de saúde e acompanhar investigações

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30/03/2026 17:24

Divulgação: Amália Ceola - ASCOM Simers

O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) realizou, nesta segunda-feira (30), uma reunião virtual com a Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) e a Secretaria Municipal de Saúde para dar continuidade às ações em defesa do médico agredido na última quinta-feira (26), na UPA Central do município. Participaram do encontro a secretária municipal de Saúde, Betina Espíndula, o diretor Ricardo Rosa, representantes da Fundação e, pelo Simers, a diretora Débora Espírito Santo.

Durante a reunião, o sindicato foi informado de que a Prefeitura e a FHGV deram início a um processo de contratação emergencial de segurança privada para a unidade. A expectativa é de que o reforço esteja em funcionamento em até três semanas. Também foi discutida a elaboração de um protocolo com medidas de contingência para organizar o fluxo de atendimentos na UPA, conforme a demanda.

O Simers solicitou acesso às imagens de vídeo registradas no dia da ocorrência e propôs a instalação de um “botão do pânico” nas salas médicas, como forma de garantir resposta rápida em situações de risco. A possibilidade de ampliar o reforço de segurança para hospitais do município também está em análise, com previsão de distribuição de equipes entre UPAs e unidades hospitalares.

Entenda o caso:

O caso envolve a agressão a um médico por um Guarda Municipal, que resultou em três costelas fraturadas. Na sexta-feira (27), uma comitiva do Simers, liderada pelo presidente Marcelo Matias e pela diretora médica Débora Espírito Santo, esteve na UPA Centro e na Secretaria Municipal de Saúde para apurar os fatos e cobrar providências. O grupo conversou com o responsável técnico da unidade, Rodrigo Franco, e com a secretária Betina Espíndula.

Segundo relatos, um agente da Guarda Municipal foi acionado, mas inicialmente informou que não poderia atender à ocorrência, o que gerou tensão entre os profissionais de saúde. A situação se agravou e terminou com a detenção do médico, causando apreensão na equipe. 

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O Simers acionou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público e presta suporte jurídico ao profissional, além de preparar medidas judiciais. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) e está sob investigação da Polícia Civil.

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Tags: Segurança Violência contra os médicos Campanha Violência Não! Médicos Medicina Região Metropolitana Novo Hamburgo

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