O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) esteve reunido com estudantes e familiares de acadêmicos de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) para debater o reajuste de 10,9% nas mensalidades previsto para 2027. O tema foi discutido em reunião realizada nesta terça-feira, 27, e conduzida pela diretora do Sindicato Márcia Barbosa. O encontro também contou com representantes do Centro Acadêmico de Medicina da Ulbra (CAMU).
Em sua fala, Márcia Barbosa destacou a necessidade de transparência por parte da Ulbra na justificativa do aumento. “Existem requisitos legais que precisam ser observados para justificar um aumento dessa magnitude. Queremos que a universidade apresente os esclarecimentos necessários e a planilha de custos que embasa esse reajuste”, afirma.
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A presidente do CAMU, Marcelly Maranata, relatou que o Centro Acadêmico tenta negociar com a universidade desde agosto. Inicialmente, a instituição havia anunciado um reajuste de 12%, posteriormente reduzido para 10,9%. Apesar das contrapropostas apresentadas pelos estudantes, não houve retorno nem disponibilização de uma planilha de custos completa.
Além do reajuste, o Sindicato também acompanha outras demandas dos acadêmicos, como as condições dos campos de prática. Após tirar dúvidas dos presentes, o Simers orientou que os estudantes mantenham o pagamento das mensalidades enquanto a questão é analisada.
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