A Luta

SIMERS denuncia precariedades e falta de médicos na UPA de Viamão

27/03/2017 17:09

WhatsApp Image 2017-03-27 at 16.59.28 A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Viamão, idealizada para ajudar a população, tem causado problemas às pessoas que necessitam de atendimento. Criada para desafogar a emergência do hospital da cidade, que é bastante procurada por moradores do município, a UPA não consegue dar conta dos atendimentos. A quantidade de médicos é insuficiente e também não há estrutura para dar apoio aos pacientes que procuram a unidade. O SIMERS denunciará ao Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) a situação verificada em Viamão e cobrará da prefeitura medidas para reverter a situação. Pacientes aguardam longas horas na fila para a triagem e só depois desta etapa são encaminhados ao médico especialista. O que era para facilitar a vida dos moradores de Viamão, tornou-se mais um desafio a ser enfrentado. Desde que as denúncias se intensificaram, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) está atuante em todas as demandas dos profissionais da unidade. “Viemos verificar as irregularidades apontadas por profissionais que estão sobrecarregados com o volume de atendimento, por conta disso os profissionais não conseguem trabalhar decentemente”, destacou a diretora do SIMERS Gisele Lobato. “Realmente, é uma situação bastante complicada sobre todos aspectos.” Segundo a diretora, faltam monitores cardíacos, antibióticos, campos cirúrgicos, enfim uma série de insumos para a prática médica. Também foi constatada a ausência de diretor médico na unidade. A figura do diretor é de extrema importância para as intercorrências. “Diante desse quadro, constatamos que a unidade está acéfala”, afirma Gisele.
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