Sindicato Médico do Rio Grande do Sul - Simers
A Luta

SIMERS faz nova denúncia contra o Gamp

19/07/2017 17:56

Foto: Divulgação/SIMERS
Foto: Divulgação/SIMERS
Há alguns meses que o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) evidenciou diversas irregularidades cometidas pelo Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde (Gamp) na administração de hospitais e Unidades de Saúde de Canoas. Na tarde de quarta-feira (19), representantes do SIMERS foram ao Ministério Público Federal de Canoas fazer mais uma denúncia contra o Gamp, dessa vez ao Procurador Federal Felipe Müller. A acusação é de que a empresa terceirizada retém o INSS dos funcionários e não repassa para a previdência, além de reter o Imposto de Renda sem comprovar o respectivo repasse e não depositar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Müller recebeu a documentação com as denúncias dos SIMERS e se comprometeu a analisar a questão, para tomar as medidas cabíveis na sua esfera de atribuição. Em uma audiência realizada no dia 03 de julho, a Justiça do Trabalho deu um prazo de 30 dias para que o Gamp apresente esses documentos e demonstrativos da gestão.  O prazo expira dia 30 deste mês.

Entenda o caso

Os problemas começaram no momento que o Gamp assumiu a gestão de hospitais e Unidades Básicas de Saúde, em Canoas, no dia 1 de dezembro de 2016. Naquele momento, a razão social apresentou um plano de demissão voluntária, desligando muitos médicos com redução da multa do Fundo de Garantia. Aqueles que não saíram dos estabelecimentos gerenciados pela razão social, tiveram os contratos alterados para Pessoa Jurídica. Durante a gestão Gamp, até a gora, também tiveram muitos problemas de falta de medicamentos e outros insumos básicos para exercer a medicina e atendimento à população.  Desde que a empresa assumiu a gerência, falhas no pagamento dos salários também foram registrados, assim como falta de manutenção dos estabelecimentos. A entidade médica denunciou todas as irregularidades no Ministério Público, Ministério Público do Trabalho, Ministério Público Federal e exigiu que a prefeitura de Canoas tome alguma atitude em relação a todos os problemas levantados pelo SIMERS.

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