O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e o Sindicato Médico de Rio Grande (Simerg) estão colocando todos os esforços em busca de uma solução para a situação falimentar da Santa Casa do Rio Grande. A preocupação das entidades engloba a engrenagem da saúde como um todo: os profissionais e a assistência à população estão em risco. No caso de Rio Grande, a crise é amplificada pelo fato de o hospital ser referência para mais de 20 cidades.
Os atendimentos estão passando por restrições que devem perdurar até o dia 25 de abril. Caso não haja o pagamento dos valores em atraso, a partir deste dia começam a valer as rescisões de contratos, comunicada em março à direção, quando foi dado 30 dias de prazo para que a situação seja resolvida. São 21 empresas médicas que devem deixar as escalas da Santa Casa e todos os setores serão afetados.
É sempre importante ressaltar que os médicos seguiram prestando assistência até o limite de suas condições. São cinco meses sem receber, o que inviabiliza a continuidade dos contratos. Também vale reforçar que as entidades estiveram presentes em diversas reuniões com órgãos públicos alertando e levando propostas para a manutenção dos atendimentos.
Simers e Simerg seguem acompanhando a grave situação, inclusive com Ação Coletiva Pública para requerer uma intervenção de emergência por parte do município e do Estado. É preciso salvar a Santa Casa do Rio Grande e garantir aos profissionais condições de trabalho e pagamentos em dia. Apenas assim protegeremos a saúde e as pessoas.
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