Representantes do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e do Sindicato Médico de Santa Maria (Sindomed) se reuniram, na tarde de terça-feira (14), com o superintendente de Atenção Básica do município, Marlon Marinho, para discutir o fluxo de atendimento na rede pública de saúde, com foco no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). Participaram do encontro o diretor da Região Central do Simers, Marcos André dos Santos, o presidente do Sindomed, Walter Priesnitz, e o secretário do Sindomed, João Alberto Laranjeira.
Durante a reunião, foram debatidos aspectos relacionados à organização da rede assistencial e à regulação dos atendimentos conforme o grau de complexidade. No campo da ginecologia e obstetrícia, foi reforçado que a atenção primária é responsável pela triagem inicial das pacientes, com encaminhamento ao HUSM restrito a casos mais graves, especialmente gestantes de alto risco, a fim de garantir suporte especializado e maior segurança no atendimento.
Outro ponto central foi a superlotação do Hospital Universitário. Segundo o superintendente, a unidade segue como referência para atendimentos de alta complexidade, o que contribui para a elevada demanda. Casos de menor gravidade são regulados pelo sistema Gercon e direcionados a outras instituições da rede. O município conta ainda com duas unidades de Pronto Atendimento e uma UPA 24 horas, que funcionam como portas de entrada para a população. Atualmente, são realizadas cerca de 30 mil consultas mensais, sendo aproximadamente 25% destinadas à renovação de receitas médicas, fator que também impacta o fluxo dos serviços. De acordo com o gestor, estão em andamento medidas para qualificar e otimizar o encaminhamento de pacientes.
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A segurança nas unidades de saúde também foi abordada durante o encontro. Entre as ações previstas estão a instalação de botões de pânico e a adoção de medidas preventivas, como a fixação de cartazes alertando sobre as penalidades para agressões contra profissionais da saúde.
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