O encerramento da concessão de duas das principais rodovias do sul do Estado, BR-116 e BR-392, acendeu uma luz de alerta no Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). Apesar do alívio para os motoristas, com o término desses pedágios, os mais caros do RS, o fim da assistência médica traz apreensão à entidade. Desde a zero hora desta quarta-feira, 4, a responsabilidade pelo atendimento às vítimas de acidentes ficou a cargo do SAMU e do Corpo de Bombeiros da região.
O presidente do Simers, Marcelo Matias, questiona se a atual estrutura terá condições de atender às ocorrências dentro dos municípios e também nessas rodovias: “A presença de equipes de socorro e atendimento rápido pode significar a diferença entre a vida e a morte. Queremos garantir que, durante essa transição até a escolha de uma nova concessionária, a população não fique desassistida nas estradas onde qualquer minuto conta.”
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Por isso, o Simers irá ingressar com medidas administrativas e, se preciso, na Justiça, para garantir o atendimento ágil.
De acordo com os dados divulgados pela Ecosul, as ambulâncias da concessionária fizeram 2,4 mil atendimentos médicos por ano na 116 e na 392, que cortam Pelotas, Rio Grande e municípios vizinhos.
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