A Luta

Atendimentos seguirão restritos no Pronto-Socorro e em duas UPAs de Canoas

28/12/2017 16:17

Hospital de Pronto-Socorro em Canoas
Hospital segue com restrição no atendimento. Foto: Divulgação/SIMERS
Em assembleia realizada no final da manhã desta quinta-feira (28), no auditório do Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC), os médicos que atendem na instituição e nas Unidades de Pronto-Atendimento Caçapava e Rio Branco decidiram, por unanimidade, manter a restrição dos atendimentos. A medida tem o objetivo de assegurar condições mínimas de assistência à população de mais de 130 municípios gaúchos e evitar que os pacientes sejam obrigados a comprar medicamentos para seu próprio uso, diante das reiteradas faltas de abastecimento nas unidades. Uma nova assembleia está marcada para o próximo dia 11 de janeiro, no mesmo local. O prazo foi estabelecido para que os gestores do hospital, das unidades e do município – que novamente não estiveram presentes no encontro – prestem esclarecimentos sobre a situação desses locais. De acordo com a diretora do Simers Clarissa Bassin, a restrição foi mantida devido ao quadro preocupante dessas unidades. “Por não haver um abastecimento contínuo e de forma adequada, há restrição de medicamentos, insumos e materiais. A medida é no sentido de proteger os pacientes, priorizando os casos de urgência e emergência e organizar o atendimento dos demais”, afirmou. Ela ressaltou que muitos pacientes são encaminhados a Porto Alegre devido à falta de condições no HPSC e nas UPAs.
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